19.6.06

Cerca de 30 investigadores de cinco instituições de ensino superior vão iniciar uma campanha para estudar a razão porque o Parque Natural do Alvão, em Vila Real, uma zona sem indústrias e com pouco trânsito, regista frequentemente níveis elevados de ozono.

O projecto intitulado "Poluição atmosférica fotoquímica no Nordeste Transmontano: origem, transporte e poluição" reúne investigadores e estudantes das universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro (Vila Real), Aveiro, Nova (Lisboa), Fernando Pessoa (Porto) e Instituto Politécnico de Bragança.

A coordenadora do projecto, Margarida Correia Marques, esclareceu que a iniciativa vai dispor de cem mil euros, comparticipados pelo programa da União Europeia Feder e pelo Orçamento de Estado.

O principal objectivo do trabalho, que tem uma duração de dois anos, é contribuir para a melhoria do conhecimento dos processos e mecanismos que levam à formação de ozono na região do Nordeste Transmontano, em especial nas áreas classificadas de montanha, como o Parque Natural do Alvão (PNA).

Em 2005, na Estação de Monitorização de Lamas d´Olo, no parque, verificaram-se mais de 300 horas de ultrapassagem do limiar de informação ao público. "Este foi de longe o local monitorizado onde se verificaram maior número de excessos", afirmou Margarida Correia Marques, citada pelo Público.

No pico do Verão do ano passado, a zona chegou a registar 361 microgramas por metro cúbico de ar. De frisar que sempre que os níveis de concentração de ozono ultrapassem os 180 microgramas é obrigatório informar a população.

Quando a concentração média ultrapassa os 240 microgramas as autoridades devem lançar um alerta. Tosse, falta de ar ou irritações oculares são algumas das consequências que a exposição a este poluente podem causar.

Em declarações ao jornal, Francisco Ferreira, da Universidade Nova de Lisboa, referiu que durante este mês será desenvolvida "uma das maiores campanhas de monitorização de qualidade do ar que até agora tiveram lugar na região".

Margarida Correia Marques garante que os resultados do projecto terão "uma vasta aplicação a nível das políticas públicas, nomeadamente na implementação de medidas, correctas e sustentáveis, para o controlo e diminuição da poluição fotoquímica na região Norte de Portugal".

Fonte da notícia: Ciberia

link do postPor *, às 22:35 

De Cláudia a 20 de Junho de 2006 às 00:21
É bom saber que ainda há preocupações a esse respeito. Realmente o que será feito daqui a uns tempos de nós, se ainda não nos começamos a mentalizar que o combate ao ozono ( a sua minimização), é uma promesa futura? Beijos a toda a equipa.

 
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