17.3.06

Activistas da associação ANIMAL vestidos como galinhas lançaram hoje em Lisboa a campanha "Galinhas Livres", contra a produção intensiva de frangos de aviário e de galinhas poedeiras.

As "galinhas" distribuíram panfletos informativos e postais que podem ser assinados e enviados ao Comissário europeu para a Saúde e Protecção do Consumidor Markos Kyprianou, para que este mantenha a directiva que, em 2012, implementará uma proibição europeia do uso de gaiolas de bateria na criação de galinhas poedeiras.


O director-executivo da associação, Miguel Moutinho, referiu que a campanha pretende "que, legislativamente, o Conselho de Ministros da Agricultura da UE aprove a proposta directiva que visa proteger os frangos de aviário e alertar a população portuguesa para a crueldade dos sistemas de produção intensiva de frangos, de ovos e das galinhas que os põem".

Miguel Moutinho explicou que "os frangos de aviário vivem sete a oito semanas em péssimas condições e são alimentados com hormonas de crescimento rápido que lhes provocam deficiências na estrutura óssea e muscular, mantidos em fome crónica, vivem em espaços confinados e sobrelotados" antes de serem abatidos.

No caso das galinhas poedeiras, os problemas são semelhantes, já que as aves, que vivem cerca de um ano, são colocadas em gaiolas de bateria, aglomeradas em torres onde o espaço para se moverem é menor do que uma folha de papel A4.

A associação de defesa dos direitos dos animais apelou também à intervenção junto do comércio, para que as lojas aumentem a sua oferta de produção orgânica e agro-biológica e os produtos vegetarianos.

Fonte: Lusa

link do postPor *, às 00:02 

De Manuel Soares a 15 de Junho de 2007 às 20:06
Resta saber que alternativas VIÁVEIS têm os ambientalistas para substituir estas produções em massa sem provocar ruptura de stocks. Pessoalmente também não me agrada como biólogo e ligado às questões agrícolas, mas de facto, é dificil encontrar alternativas que possam servir os interesses de animais e pessoas, pelo menos neste caso. É um facto por exemplo que a carne de toiro bravo tem uma qualidade superior, mas acaba por ter um preço também mais elevado para o consumidor final. Neste caso os animais beneficiam de uma vida bem mais natural e sem alimentação 'sintética'. O ribatejo nessa área tem estado muito bem!

 
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