22 a 25 de Julho de 2008
1 Açor (Accipiter gentilis). Coimbra.
3 Peneireiros (Falco tinnunculus). Figueira da Foz.
1 Milhafre-preto (Milvus migrans). Coimbra.
2 Milhafres-pretos (Milvus migrans). Ribamondego, Gouveia.
1 Andorinhão-preto (Apus apus). Guarda
1 Peneireiro (Falco tinnunculus). Picote, Miranda do Douro.
1 Cegonha-branca (Ciconia ciconia). Figueira de Castelo Rodrigo.
1 Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo). Portalegre.
Entre os próximos dias 22 e 25 de Julho serão libertadas 11 aves selvagens de diferentes espécies, que estiveram em recuperação no Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS), no Parque Natural da Serra da Estrela.
A maior parte destes animais eram juvenis que foram encontrados encontrados e encaminhadas para o CERVAS através de áreas protegidas (Reserva Natural do Paul da Arzila, Parque Natural da Serra de S. Mamede, Parque Natural do Douro Internacional), autoridades (Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) / GNR, Polícia de Segurança Pública - PSP), associações e particulares.
O Açor (Accipiter gentilis) é uma ave de rapina diurna média-grande e forte, de asas largas e cauda comprida. Verifica-se uma grande diferença de dimensão entre sexos (macho com comprimento máximo de cerca de 55 cm enquanto que a fêmea pode alcançar os 64 cm). O macho adulto é azulado e a fêmea apresenta uma coloração cinzento-ardósia na face superior e são ambos esbranquiçados com listras cinzentas na parte inferior. Estas aves são normalmente observadas em voo, ao nível das copas das árvores, planando frequentemente em círculos, ou poisadas com o corpo erecto. Os açores reproduzem-se em florestas (no centro e norte do país nidificam em pinhais-bravos adultos e com árvores de grande porte, bosques e eucaliptais), constroem grandes ninhos em árvores a 10-16m do solo que geralmente reutilizam e alimentam-se de aves e mamíferos cuja dimensão pode atingir a de um faisão ou de uma lebre. Esta espécie distribui-se por uma área bastante abrangente em todo o país no entanto foi-lhe atribuído o estatuto de vulnerável em 2005 pelo ICNB pois verifica-se uma população muito reduzida. As principais causas de ameaça para estas aves são os incêndios florestais (destruição do habitat), envenenamento por pesticidas e metais pesados através das presas que consome e, possivelmente, tricomoníase e candidíase por consumo de pombos.
O Peneireiro (Falco tinnunculus) é uma ave de rapina diurna de pequeno porte, que atinge de comprimento 32-38 cm e envergadura de 68-38 cm. O seu peso varia entre as 125 e as 325 gramas, sendo a fêmea maior do que o macho. É um falcão esbelto com asas compridas e pontiagudas e cauda longa. Esta espécie apresenta um grande dimorfismo sexual, ou seja, o macho e a fêmea têm uma plumagem diferente, embora ambos os sexos apresentam um pequeno "bigode" preto . Os machos caracterizam-se pela cor castanho avermelhado no dorso e supra-alares (com pequenos pontos escuros), rémiges castanho escuras, cabeça e cauda cinzento azuladas e nesta, uma barra terminal larga e preta. A fêmea, como os juvenis têm partes superiores castanho avermelhadas e cauda com pronunciadas barras preto acastanhadas. Esta espécie é residente em Portugal Continental e Ilha da Madeira, mas distribui-se também pelo resto da Europa, Ásia, África até ao Cabo da Boa Esperança. É um pequeno falcão que habita em campos abertos e de cultivo, urzais, bosques (excepto bosques muito frondosos), áreas de salgueiros ou vidoeiros e que nidifica frequentemente em ninhos velhos de outras aves, em árvores ou cavidades rochosas, encontrando-se também em plena cidade. O Peneireiro ocupa os ninhos abandonados, incuba em buracos de árvores ou rochas, até nas fendas e vãos das paredes de grande edifícios. O período de incubação é de 27-30 dias sendo a postura normalmente em Abril/Maio com um total de 4 ou 5 ovos, sendo estes incubados pela fêmea.
O Milhafre-preto (Milvus migrans) é uma ave de rapina diurna média que pode atingir 58cm de comprimento e 155cm de envergadura. Apresenta uma plumagem corporal escura e uma cauda comprida, ligeiramente bifurcada (a bifurcação desaparece quando a cauda se encontra aberta) e castanha-acizentada na face superior. A face inferior das primárias é castanha-escura, com as bases mais pálidas, e a face superior apresenta um painel castanho médio pálido que atravessa a parte interior das asas. O Milhafre-preto juvenil possui uma zona escura em redor dos olhos, as grandes coberturas superiores das asas têm pontas brancas e as coberturas infracaudais são de uma tonalidade castanha-clara pálida enquanto que no adulto as pontas das grandes coberturas superiores não são brancas e as coberturas infracaudais são mais escuras. Esta espécie é estival, invernando em África. Reproduz-se em florestas, perto de lagos, rios ou terras alagadas ou até mesmo perto de povoações e constrói os seus ninhos em árvores. É uma ave bastante adaptável e oportunista no que se refere à alimentação: captura pequenos roedores e peixe, apresenta hábitos necrófagos e alimenta-se mesmo de detritos que encontra perto das povoações. Pode perseguir outras aves até que estas deixem cair o alimento que capturaram ou saquear ninhos de garças para lhes roubar peixes. O Milhafre-preto é gregário na maior parte do tempo, solitário ou colonial na época de reprodução e é uma espécie monogâmica. A época de reprodução inicia-se em Março, a postura de 2-3 ovos ocorre em Abril e ambos os progenitores cuidam das crias (nidícolas) durante cerca de 50 dias, até que estas deixem o ninho. Em Portugal, esta espécie distribui-se por quase todo o país estando, no entanto, praticamente ausente do Minho e Douro Litoral, Estremadura e zona sul do Algarve. Apresenta um estatuto de conservação definido pelo ICNB como Pouco Preocupante. As principais ameaças para estas aves são o abate ilegal, o envenenamento de iscos e carcaças, a redução da disponibilidade alimentar devido ao cumprimento das exigências higieno-sanitárias, o abandono do pastoreio extensivo, a utilização de agro-químicos e pesticidas, a colisão e electrocussão, a instalação de parques eólicos, os incêndios florestais e a pilhagem de ninhos.
O Andorinhão-preto (Apus apus) pertence à Ordem Apodiformes e distribui-se por toda a Europa e Norte de África. Utiliza diversos habitats, mas pode ser visto, frequentemente, no ar em cidades e vilas. Possui um comprimento entre 17 e 18,5 cm e uma envergadura entre 40 e 44 cm. Apresenta uma plumagem preto-acastanhado uniforme com queixo mais claro. O Andorinhão-preto é maior que a Andorinha com asas mais compridas, estreitas e em forma de foice. O voo é veloz com batimentos rápidos e as incursões são rápidas e directas, o que lhe permite entrar no ninho como uma seta. No entanto é visto, frequentemente, a planar muito relaxadamente. Os Andorinhões acasalam durante o voo e por vezes, também podem repousar. Raramente pousam no chão, pois têm dificuldade em levantar voo. Nidifica em pequenas colónias por baixo de telhas e em cavidades de ventilação, em torres de igrejas ou em ambientes selvagens, como por exemplo em buracos de pica-paus. O período de reprodução é entre meados de Maio e de Junho. Põe os seus ovos em cima de um amontoado de pêlos e penas colados com a saliva. Alimenta-se de insectos alados, capturando-os até 4km de altura. Quando o alimento é escasso ou as condições são desfavoráveis na área de reprodução, os andorinhões migram, normalmente em grandes bandos para o Norte de África.
A Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) é uma das aves de rapina mais comuns em toda a Europa. Tem um aspecto compacto, cabeça redonda e cauda curta, intensamente listada (8-12 riscas transversais). A cor da plumagem é muito variável, desde quase branco a castanho-escuro, zona dorsal geralmente de cor castanha e zona ventral castanho claro com barras longitudinais e transversais mais escuras. Ambos os sexos possuem colorações semelhantes. A fêmea é ligeiramente maior. Distribui-se pela Europa, Ásia e algumas ilhas do Pacífico e ocupa todos os tipos de habitat onde haja árvores e terrenos abertos, sendo frequente nas bordas dos bosques. A época de nidificação inicia-se em Abril e prolonga-se até Julho, podendo-se iniciar um pouco antes em algumas regiões. Os ninhos podem atingir até um metro de diâmetro são construídos com ramos e folhas, em árvores e grandes arbustos. Muitas vezes utilizam o mesmo ninho do ano anterior, acrescentando-lhe mais material. A postura é normalmente de 2 a 5 ovos e a incubação demora 33 a 38 dias. As crias saem do ninho aos 48-62 dias e tornam-se independentes às 15 semanas.
É neste período que se começam a afastar do território dos progenitores. A dieta baseia-se em pequenos mamíferos, principalmente ratos. Complementam a sua dieta com lagomorfos, aves, répteis, anfíbios e invertebrados, podendo também ter comportamento necrófago. Caça normalmente desde um poiso, mas também em voo sobre terrenos abertos e até caminhando pelo solo. Embora seja uma espécie abundante, tem várias ameaças, entre as quais se destacam as electrocussões, abate ilegal, pilhagem de ninhos, os incêndios florestais e o atropelamento.
A Cegonha-branca (Ciconia ciconia) pertence à ordem dos ciconiiformes e distribui-se por todo o nosso país. Possui um comprimento entre 90 e 105cm (com o pescoço distendido) e uma envergadura entre 180 e 218cm. Pode viver até cerca de 33 anos em estado selvagem. Esta ave tem uma plumagem de cor branca com excepção das penas primárias e secundárias, as grandes coberturas e as coberturas primárias, a alula e as escapulares que apresentam uma coloração preta. A Cegonha-branca possui pernas altas de coloração vermelha e pescoço longo. Os juvenis distinguem-se dos indivíduos imaturos e adultos principalmente através da coloração do bico: nas primeiras fases de vida é mais curto e quase preto, passando progressivamente para uma coloração acastanhada ou vermelho-pálido com a ponta preta, até atingir a coloração vermelha, típica dos adultos. Apesar de ser considerada uma ave aquática, a maioria dos casais nidificantes em Portugal utiliza diversos habitats como pastagens naturais, searas, montados ou lameiros. No entanto, charcas, pequenas ribeiras, pântanos, sapais e arrozais são muito utilizados por estas aves como locais de alimentação. A Cegonha-branca apresenta uma dieta bastante variada: insectos, lagostim-vermelho, anfíbios, pequenos mamíferos, répteis e até mesmo restos de alimento humano, que encontram em lixeiras e aterros sanitários. A Cegonha-branca é monogâmica e, geralmente, utiliza o mesmo ninho, ano após ano. Os casais podem nidificar isoladamente ou em colónias. Em Portugal, são conhecidas colónias constituídas por mais de 70 casais nidificantes. Esta espécie escolhe árvores, construções humanas de diversos tipos, postes e escarpas fluviais e costeiras para edificar o ninho. A postura é efectuada em Fevereiro/Março, sendo que a incubação dura 33-34 dias. O período de permanência no ninho, após a eclosão, é de aproximadamente dois meses (58-64 dias). A incubação, tal como a protecção e a alimentação das crias, é realizada por ambos os membros do casal, podendo ser criadas 1 a 5 crias. Esta cegonha é uma espécie caracteristicamente migradora e dispersiva sendo que a maioria das aves nidificantes em Portugal migra para a bacia do Rio Niger através do Estreito de Gibraltar. Como curiosidade, a associação milenar da Cegonha-branca ao nascimento de crianças está intimamente relacionada com os seus hábitos migratórios. O seu regresso à Europa, para aqui se reproduzir, coincidente com a estação da Primavera, que simboliza o renascimento da vida, tornou esta espécie num símbolo de fertilidade. Em Portugal, a Cegonha-branca tem o estatuto de Pouco preocupante, atribuído pelo ICNB no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal em 2005.A destruição do habitat, a intensificação da agricultura e abandono de práticas tradicionais, a contaminação química das cadeias alimentares, o abate ilegal e a electrocussão são os principais factores de ameaça a esta espécie.
A causa de ingresso de alguns destes animais no CERVAS foi a debilidade associada ao facto de serem indivíduos jovens que recentemente tinham abandonado os seus ninhos. A entrada de animais muito debilitados e magros é frequente. Os animais mais susceptíveis e com maior índice de mortalidade são os juvenis, sendo o primeiro ano o mais crítico para um animal de qualquer espécie, pois nessa fase podem não estar totalmente aptos para sobreviver de forma independente dos seus pais. Estes indivíduos têm também maior dificuldade em adaptar-se a todos os elementos não naturais do seu habitat (estradas, construções, estruturas), e a sua inexperiência pode não lhes permitir obter a quantidade de presas suficientes para sobreviver. São, por isso, os juvenis de primeiro ano que geralmente entram em estados de caquéxia (magreza extrema) e desnutrição mais avançados. Estas situações são de difícil recuperação, principalmente quando acompanhados de desidratação severa, uma vez que os processos fisiológicos dos animais podem estar irreversivelmente alterados.
Alguns individuos ingressaram em boa condição física, mas ainda muito jovens, sem a plumagem completamente formada. Nestes casos, foi necessário alimentar, criar e treinar os indivíduos, sempre que possível em contacto com outros animais da mesma espécie ou outras semelhantes, com o objectivo de impedir que houvesse habituação e "impregnação" aos humanos. Quando uma cria ou juvenil de uma ave selvagem ingressa num centro, o contacto visual com humanos deve ser reduzido ao mínimo indispensável, de forma a evitar a sua domesticação. O primeiro passo deve ser avaliar se está em boa condição física e nesse caso descobrir onde foi encontrado e tentar devolvê-lo de imediato ao seu local de origem, recolocando-o no seu ninho, se as condições de segurança para a ave estiverem garantidas. Embora este fosse o procedimento ideal, só muito raramente há as informações necessárias e as garantias de sucesso que permitam tomar essa decisão. Assim, e porque poucas vezes se conhece a proveniência exacta e a localização dos ninhos, o animal deve ficar no centro. Para a sua recuperação podem ser tentadas diversas soluções, que podem passar pela tentativa de adopção por mães/pais adoptivos (geralmente animais irrecuperáveis da mesma espécie ou outra semelhante) que existam nos centros, colocá-los em conjunto com outros juvenis de idade aproximada que tenham sido também recolhidos na mesma época (mesmo que sejam provenientes de outras zonas), ou tentar alimentá-los manualmente, reduzindo sempre o contacto com humanos ao mínimo indispensável.
Sempre que encontrar um animal selvagem juvenil, deverá contactar o SEPNA: 217503080; SOS Ambiente: 808200520; a área protegida ou o centro de recuperação de fauna mais próximo. A entrega destes animais deve ser feita com a maior brevidade possível para aumentar a probabilidade de êxito da recuperação.
Convidamos todos os interessados a estarem presentes em mais estes momentos de devolução à Natureza de animais recuperados no CERVAS / PNSE, e para tal deixamos os seguintes contactos:
Correio electrónico: cervas.pnse@gmail.com
Tel: 962255827
Brevemente serão divulgadas as próximas libertações de aves recuperadas no CERVAS/PNSE que terão lugar em vários locais do Distrito da Guarda. Entre as aves a libertar estão Mochos-galegos (Athene noctua), Mochos-de-orelhas (Otus scops), Corujas-do-mato (Strix aluco) e Andorinhões-pretos (Apus apus). Se estiver interessado em assistir a libertações na Guarda, contacte o CERVAS, por favor.
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CAMPANHA DE APADRINHAMENTO DE ANIMAIS SELVAGENS DO CERVAS
Primavera / Verão
Com a passagem da Primavera e chegada do Verão, iniciou-se o regresso das aves migratórias ao nosso país e a época de reprodução de inúmeras espécies. No CERVAS/PNSE, este período reflecte-se num aumento acentuado do número de ingressos e num acréscimo da quantidade e variedade de aves a necessitar de cuidados (como, por exemplo, crias de coruja-do-mato que caíram dos seus ninhos ou ficaram órfãs ou águias-calçadas enfraquecidas pela longa viagem migratória).
Em 2008 o número de ingressos no CERVAS triplicou em relação ao ano de 2007, tendo ingressado até ao momento 196 animais, o que tem gerado uma maior carga de trabalho e um maior esforço por parte de todas as pessoas envolvidas no trabalho diário do centro. Actualmente estão cerca de 40 animais em recuperação no CERVAS e a taxa de libertação deste ano tem-se mantido acima dos 50%.
Caso pretenda, poderá apadrinhar um animal ou então divulgar esta campanha reencaminhando este e-mail.
Presentemente, podem ser apadrinhados animais em recuperação no CERVAS das seguintes espécies:
Com uma contribuição mínima de 15 € cada :
Mocho-galego (Athene noctua)
Mocho-de-orelhas (Otus scops)
Coruja-do-mato (Strix aluco)
Coruja-das-torres (Tyto alba)
Milhafre-preto (Milvus migrans)
Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo)
Águia-calçada (Hieraaetus pennatus)
Tartaranhão-caçador (Circus pygargus)
Tartaranhão-ruivo-dos-pauis (Circus aeruginosus)
Peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)
Cegonha-branca (Ciconia ciconia)
Raposa (Vulpes vulpes)
Geneta (Genetta genetta)
Andorinhão-preto (Apus apus)
Com uma contribuição mínima de 20 €:
Abutre-preto (Aegypius monachus)
Grou (Grus grus)
Bufo-real (Bubo bubo)
Falcão-abelheiro (Pernis apivorus)
Nota: os valores indicados referem-se a apadrinhamento individual/particular. Caso pretenda ceder apoios através de uma instituição / empresa, os valores mínimos serão de 250€ para qualquer espécie indicada anteriormente (podendo ser deduzidos no IRS ao abrigo da lei do mecenato ambiental).
Ao apadrinhar um animal terá a possibilidade de assistir à sua libertação (se assim o desejar) e receberá um certificado de apadrinhamento. O seu contacto será inserido na lista de divulgação do CERVAS para que possa obter informações e fotos do animal apadrinhado e informações sobre as próximas actividades em que poderá participar, tornando-se, desta forma, um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal.
Além da possibilidade de apadrinhamento de animais, apresentamos também a campanha de apadrinhamento de projectos para 2008, para empresas ou particulares que queiram contribuir para a evolução do trabalho a desenvolver a partir do CERVAS.
Os projectos que já estão em curso são:
1. Treino de voo e Musculação de Aves Pré-Libertação
2. Estudos de Toxicologia em Aves Silvestres
3. Estudos de Parasitologia em Animais Silvestres
4. Educação Ambiental
5. Estudos de Microbiologia em Aves Silvestres
6. Plumoteca e Banco de Penas
7. Entomologia Forense aplicada a Espécies Silvestres
8. Percepções públicas em relação à Fauna Selvagem / Centros de Recuperação
Se estiver interessado em conhecer algum destes projectos com maior detalhe, ou se estiver disponível para contribuir financeiramente para o seu desenvolvimento, por favor contacte cervas.pnse@gmail.com
Material necessário (que pode ser cedido como alternativa ao apoio financeiro, em ambas as campanhas):
- Aparelho de anestesia volátil
- Arcas congeladoras e frigoríficos
- Armários
- Máquina de cortar mato
- Medicamentos, luvas de látex e outros materiais de uso clínico;
- Estantes, mesas e material de escritório (resmas de papel reciclado, tinteiros, dossiers, etc.);
- Outros materiais diversos (balança de cozinha, rede de sombra, ferramentas várias, tesouras, sacos de plástico, etc.); e
- Materiais de construção (para apoio à construção de novas jaulas de recuperação).
Modos de pagamento :
- CHEQUE: Em nome de Associação ALDEIA enviado juntamente com a ficha de inscrição para:
CERVAS / Parque Natural da Serra da Estrela
Av. Bombeiros Voluntários, 8. 6290-520 Gouveia
- TRANSFERÊNCIA*:
NIB: 003504710001216793071 (Caixa Geral de Depósitos de Miranda do Douro)
* Enviar comprovativo de transferência por correio para a morada acima indicada ou por correio electrónico para cervas.pnse@gmail.com



